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“Usar a tecnologia” ou “integrar a tecnologia”?
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Usar ou integrar a tecnologia na prática doente é uma algo de tão potencialmente relevante como a velha questão de Shakespeare: “be or not to be”. Na verdade, a impressão que temos é a de que, apesar de se falar muito em integração da tecnologia, o que está a acontecer nas nossas escolas é apenas e simplesmente a utilização da tecnologia. Não, não é apenas uma questão semântica. Há uma grande diferença entre estes dois conceitos com impactos distintos consoante se utilize a tecnologia ou se opte pela sua integração nas práticas letivas.
Em última análise, e antes de verificarmos alguns pontos de diferenciação, coloquemos a questão nestes termos. Uma coisa é uma casa tecnológica outra é uma onde se utiliza a tecnologia. Apesar de todos já utilizarmos alguma tecnologia nas nossas casas, isso não faz das mesmas uma “casa inteligente”.
Recorrendo a algumas sugestões encontradas na web e a uma reflexão pessoal, elaborei o quadro que se segue assinalando as principais diferenças entre uma prática que utiliza a tecnologia e outra que a integra. Se é claro que , pelas mais diversas circunstâncias, não é fácil criar as condiçoes necessárias para potenciar a integração das tecnologias no processo de ensino-aprendizagem, torna-se evidente que há que, rapidamente, passar da fase utilitária e dar o salto para a integração.
Com o mundo a acelerar, não é já uma necessidade. É uma exigência. Quem não o fizer, ficará, com toda a certeza, para trás.
Fonte: Professsor TIC
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